Por que a arte contemporânea mudou tanto a história da arte?

A história da arte sofreu diversas mudanças com o surgimento da arte contemporânea. Abaixo você conhecerá informações sobre a história dessa arte, como aconteceu o movimento de ruptura com a arte moderna e também as tendências de artecontemporânea.

Liberdade de atuação

A principal característica da arte contemporânea é a liberdade que o artista possui para atuar no seu trabalho. Nessa fase, ele não tem limitações institucionais, podendo executar a sua tarefa sem a necessidade de imprimir nas obras detalhes políticos ou religiosos.

Ela veio em seguida do Modernismo, surgindo em meados do século XX (logo depois da Segunda Guerra Mundial) e se estende até os dias atuais.  O movimento anterior era característico de rompimento com o tradicionalismo, com liberdade estética e experimentações. Teve forte influência na Independência do Brasil e teve como marco a Semana de Arte Moderna (1922).

 

arte cubista

 

A mudança na história da arte surgiu justamente porque a arte contemporânea trouxe consigo novos hábitos, novas concepções e a industrialização em massa, que influenciaram diretamente na literatura, na pintura, no cinema e em outras vertentes artísticas.

Ela é bastante significativa porque se baseia nas influências ocorridas naquela época, ou seja, nas transformações sociais que ocorreram naquele tempo.

Questionamento de linguagem

Também é expressivo desse período o questionamento de linguagem artística, da imagem. O artista é pessoa crítica do seu material, da sua obra, perguntando a si mesmo se a sua concepção é válida.

Mix de estilos

Outra característica significativa da arte contemporânea, que acarretou mudanças na história da arte, é o mix de estilos. Isto é, a arte figurativa e abstrata não é mais contraposta, pois se apresentaram diversas técnicas e escolas, com muitas variantes nas categorias.

Isso é muito representativo da palavra-chave desse momento, ou seja, da liberdade de criação do artista, que nunca esteve tão livre para criar e jamais possuiu tantos e variados recursos materiais a sua disposição. Por esse motivo, é fato que a arte do século XX em diante não trabalha apenas com aspectos concretos, mas também com conceitos e atitudes.

A reflexão da arte é mais do que a própria arte, afinal ela é mais válida como instrumento para meditação dos fatos do cotidiano e suas rápidas transformações do que a obra em si.

As características desse movimento

Para você ter uma noção mais exata das grandes transformações por que a história da arte passou, iremos apresentar a seguir as principais características dessa contemporaneidade da arte.

O neoclassicismo figurou de 1750 a meados do século XIX. Ele tinha como objetivo principal resgatar os valores éticos e culturais dos gregos e romanos, e fizeram isso pela valorização de temas e padrões estéticos da arte clássica antiga. Com isso, heróis e seres mitológicos gregos eram recorrentes. As ideias filosóficas do Iluminismo também eram características, ligando o movimento à razão. Suas cores mais utilizadas eram as frias, com valorização das perspectivas.

 

arte moderna

 

Em seguida surgiu o romantismo, que tinha características opostas ao movimento acima. Os artistas românticos acreditavam que suas obras deveriam expressar o seu estilo, e essa tendência foi significativa do final do século XVIII ao final do século XIX. Suas principais premissas são as emoções, o amor platônico, temas religiosos, individualismo e nacionalismo.

 

historia da arte

 

O realismo foi fortemente influenciado pela industrialização, marco de 1850 a 1900. Esse período da história da arte tinha como costume retratar a realidade e os temas sociais, tendo como pano de fundo o liberalismo e o desenvolvimento da ciência. Surgiu na metade do século XIX e ideais como democracia e liberalismo eram frequentes. Além disso, era oposto ao romantismo, ou seja, as emoções eram postas de lado.

 

arte antiga

 

O próximo movimento artístico é o impressionismo, que surgiu no final do século XIX. Suas obras eram impressas com percepção de luminosidade, cor e sombra, por isso eram elaboradas em diversos momentos do dia. Essas sensações eram confinadas em papel e tinta, com uso de recursos fotográficos e efeitos óticos. Suas figuras não possuíam contornos nítidos e as sombras eram coloridas, com utilização de cores puras, sem misturas de tonalidades.

 

 

Continua…

Na segunda parte desse estudo, você vai saber como aconteceu o movimento de ruptura com a arte moderna, suas características, e também as tendências de arte contemporânea.

Por que investir em arte pode ser um bom negócio ?

Se você tem capital para investir e é fã de arte, já pensou em unir as duas opções em uma? Saiba por que investir em arte é uma boa.

Hobby para várias classes econômicas

Há um tempo, somente milionários eram investidores de obras de arte. Hoje, elas despertam interesse de várias classes econômicas: pessoas que possuem dinheiro para investir e optam pela compra de quadros, principalmente.

Com o passar do tempo, as obras podem tanto ganhar valorização quanto se depreciarem, mas, mesmo assim, uma coleção, no geral, consegue alcançar o dobro ou o triplo do valor investido. Isso porque investir em arte é uma tendência de mercado.

Por que isso aconteceu?

Com a instabilidade econômica, investir em obras artísticas oferece proteção contra a alta da inflação, já que seu preço tende a subir juntamente com a economia. A valorização dos quadros, nos últimos sete anos, ultrapassou a da Ibovespa, principal índice de ações da Bolsa de Valores.

E não é só por aqui: o mesmo aconteceu na The FineastEuropeanArt Foundation, uma das principais feiras internacionais de arte.

É um investimento certo?

Segundo o que informamos acima, investir em arte está sendo mais seguro do que aplicar seus investimentos em ações. O preço médio das obras duplicou nos últimos anos, juntamente com o aumento da renda da população. Porém, com a instabilidade econômica do mercado, restam poucas opções seguras para investimento.

A arte é uma excelente opção, já que hoje há desconfiança para aplicação nos ativos monetários.

As pessoas não precisam de muito dinheiro para compras obras artísticas, isso é possível até mesmo para quem tem o orçamento limitado. Conforme o interesse for crescendo, assim como as finanças, o olhar fica mais apurado, já que se costumam frequentar galerias, feiras, exposições, além de conversar com pessoas do setor.

Assim, consegue-se adquirir menos, mas com mais estudo. Ao criar uma coleção, a pessoa adquire inteligência para escolher melhor suas obras. Ao entender as melhores opções, investir em arte cada vez mais se torna uma escolha acertada, até porque em galerias de arte contemporânea o artista geralmente está presente para dialogar com os visitantes.

Seguro, mas com riscos

Contudo, assim como qualquer investimento, é preciso informar que investir em arte também possui seus riscos. Quem não acompanha as tendências artísticas e não conhece um pouco sobre o segmento, pode sair perdendo. Porém, o perigo é minimizado quando se conhece a reputação do vendedor. Só se deve comprar uma obra onde estiver incluso o certificado de procedência.

Outra dica essencial para quem está começando nessa forma de investimento é comprar obras de artistas já estabelecidos. Dessa maneira, já se ganhaa proteção contra a inflação. São obras mais caras, claro, porque os autores são reconhecidos no mercado por seu talento, mas o potencial de desvalorização com certeza é menor.

Isso não quer dizer que você não possainvestir em obras de arte de artistas que estão iniciando, muito pelo contrário. Todavia, é possível fazer uma analogia com uma empresa nova. Não se consegue verificar o histórico de operação, então os riscos podem ser maiores, mas talvez haja possibilidade de valorização.

De quanto preciso?

Como citamos no começo desse artigo, na atualidade não se precisa de muito dinheiro para investir em arte, é uma opção interessante para várias classes econômicas. A partir de R$ 1.500,00 já se pode começar o investimento, desde que sejam observados alguns detalhes:

  • Separe obras de arte com tendência para valorização, de artesanato;
  • Não tenha receio de bater pernas. Visite galerias, feiras e exposições, e converse com artistas e entendedores do ramo;
  • Entenda que investir em arte é algo que pode demorar pelo menos cinco anos, talvez dez. Antes disso a valorização é possível, mas rara;
  • Atente-se a alguns detalhes da obra, caso queira revendê-las no futuro: pinturas vendem mais facilmente do que esculturas ou fotografias. E as cores mais procuradas em uma tela geralmente são os tons avermelhados.

Hobby, investimento e paixão

Como você pôde perceber no artigo que elaboramos,investir em arte é uma forma de ter um hobby, um investimento certo para suas economias, desde que as obras sejam escolhidas com atenção, além de aumentar seu apuro e gosto por algo que pode virar a sua paixão.

Vida e Obra de Tomi Ohtake

Você conhece a vida e a obra artista plástica japonesa Tomi Ohtake?

Leia o artigo abaixo e descubra seus feitos no meio artístico.

Tomi Ohtake

Quem foi Tomi Ohtake?

Esta artista plástica nasceu em Kyoto, no Japão, em 1913, mas mudou-se para São Paulo em 1936, fixando-se nessa cidade e naturalizando-se brasileira. O motivo de sua visita ao Brasil foi para visitar seu irmão, mas, na iminência da Segunda Guerra Mundial, ficou impossibilitada de retornar ao seu país de origem.

 

Ela é um dos principais nomes do abstracionismo informal, tendo uma obra que abrange tanto pinturas quanto gravuras e esculturas. Recebeu um prêmio no Salão Nacional de Arte Moderna, em 1960 e a Ordem do Rio Branco, em 1988, pela escultura pública que comemorava os 80 anos da imigração japonesa em São Paulo.

Dama das artes plásticas

Tomi Ohtake é considerada a dama brasileira das artes plásticas. Ela é mãe do arquiteto Ruy Ohtake e de Ricardo Ohtake, diretor do Instituto Tomi Ohtake.

Tomi Faleceu em 12 de fevereiro de 2015, em São Paulo, com 101 anos de idade, deixando uma carreira consagrada e inúmeros apoiadores e admiradores.

Suas exposições

As obras de Tomi Ohtake foram exibidas em diversas exposições, tanto públicas quanto coletivas e individuais, em museus e galerias de São Paulo e Rio de Janeiro, incluindo exibições internacionais em Nova York, Porto Rico, Roma, Milão, Buenos Aires, Lima, Bonn (Alemanha), Birmingham, Tokyo e Nicarágua.

A dama das artes plásticas também participou de salões de arte em São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte, e de bienais nacionais e internacionais. Possui diversos prêmios além dos citados, incluindo menções honrosas e condecorações.

Deixou diversas obras públicas principalmente em São Paulo e no Rio de Janeiro, como vitrais, painéis e esculturas, além de cenários e figurinos para a ópera Madame Butterly, do Teatro Municipal de SP.

Óleo sobre tela

A partir de agora iremos nos focar nas obras de Tomi Ohtake. São muitas delas feitas no estilo óleo sobre tela, quando, em 1952, aos 39 anos, realizou as primeiras pinturas.

As primeiras telas de Tomi retratavam as ruas e vistas da cidade, além de naturezas-mortas e retratos. Porém, a partir do ano seguinte a artista começou a pintar telas abstratas. As figuras deram lugar a formas, pois, segundo ela, a abstração permite maior liberdade para organizar o espaço da tela.

Em 1959, Tomi pintou com os olhos vendados, promovendo harmonia entre os sentidos e as sensações. A partir do ano seguinte, a artista passa à delimitação da tela por formas geométricas, especialmente as quadradas e  retangulares, movimento conhecido como abstracionismo geométrico.

Mais tarde, nos anos posteriores, a tendência citada acima se repete, mas Tomi Ohtake também passa a utilizar a repetição como característica de sua obra.

Em 1970, nova mudança. A artista deixa de lado as texturas e adere a formas chapadas, com limites nítidos e precisos, feitos por seus estudos de colagem e investigação geométrica. Nessa fase, Tomi prefere curvas e formas tubulares.

Prestes a completar cem anos, em 2009, a dama das artes plásticas se concentra em pinturas com formatos circulares, onde a figura e o fundo da tela se confundem. Nos anos seguintes, a predominância continua, porém os círculos estão mais organizados, com cores puras monocromáticas.

Exposições públicas

É possível presenciar o trabalho de Tomi Ohtake também em esculturas, painéis e monumentos, como já foi mencionado anteriormente. Agora é hora de explorar essas menções.

 

 Na Avenida 23 de Maio, em São Paulo

O Monumento à Imigração Japonesa, em comemoração aos 80 anos da vinda dos primeiros cidadãos.

No auditório Simón Bolívar do Memorial da América Latina

No metrô também existe uma considerável obra de Tomi Ohtake, na estação Consolação

 

 

Escultura exibida no Museu Metropolitano de Arte de Curitiba (MUMA) desde 1996.

Escultura metálica presente no interior do Auditório Ibirapuera, em sintonia com a arquitetura de Oscar Niemeyer.

Ainda há muitas outras obras públicas de Tomi Ohtake, mas essas já são suficientes para mostrar porque a artista é digna de tantos prêmios, menções e condecorações, que consagraram a sua carreira.

Acreditamos que vale a pena enriquecer esse post com esse excelente vídeo do Youtube. Veja!

Top 10 Museus imperdíveis no Brasil

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Como Escolher Quadros para Cada Cômodo da Casa

Você quer investir na decoração das paredes de sua casa, mas não sabe qual tipo de quadro combina com o ambiente? Aprenda a escolher o quadro ideal para cada cômodo com nossas dicas abaixo.

Escolha a parede Antes de escolher os quadros, defina quais paredes serão contempladas com essa decoração. Tendo isso definido, fica mais fácil saber que tamanho o quadro terá, se ficará próximo de móveis, se poderá ser horizontal ou vertical, etc.

Para paredes largas, aposte em quadros horizontais; paredes estreitas pedem o oposto, ou seja, quadros na vertical. Tanto quadros quanto paredes devem ser proporcionais, porque se a parede for larga e tiver uma tela pequena, a obra se perderá na proporção e não terá destaque.

Você pode inclusive colocar quadros em toda a parede, se preferir, fazendo composições com quadros de diversos formatos (os famosos polípticos), desde que o modelo seja moderno, pois essa não é uma tendência para obras clássicas. Aqui se deve atentar também para o equilíbrio entre os quadros, que precisam formar um conjunto harmonioso.

Cuidado com a iluminação

Outro ponto importante antes de definir o quadro ideal para cada cômodo se refere à iluminação. Ou seja, se a tela receber sol diretamente, poderá estragar sua pintura. Da mesma forma precisa-se ter cuidado com luz artificial, que pode queimar a obra.

E mais: obras envidraçadas sem antirreflexo podem ter sua visualização prejudicada caso haja bastante iluminação por uma janela próxima, comprometendo sua apreciação. Nesse caso, preza-se por luz indireta. Tomadas essas precauções, podemos nos aprofundar no assunto em questão.

Quadros para salas

Se a decoração do ambiente for neutra, feita com cores frias, a tela pode ter tons quentes, chamativos, em um quadro grande. Assim, o cômodo ganha vida sem comprometer o equilíbrio. Para melhor visualização, recomendam-se quadros de 1,60m, aproximadamente.

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Sobre esse tema específico, temos um post só sobre decoração de quadros na sala. Vale a pena dar uma olhadinha.

Ah, não esqueça que na nossa loja temos excelentes quadros para sua sala como o quadro Casal do artista Caio Borges. Entre e veja, porque pode ser o quadro que você tanto procurou.

 

Quadros para quartos

A decoração de uma casa reflete a personalidade do morador, mas em seu quarto isto está ainda mais pronunciado. Portanto, o quadro ideal para o quarto é aquele que reflete o gosto do morador.

Se preferir, temos uma dica interessante, que traz elegância e sofisticação: disponha quadros menores, com molduras neutras e telas simples. A sugestão é válida para quem não gosta muito de ousar, mas pessoas modernas podem dar um toque especial com obras vintage ou figuras abstratas.

Quadros para escadas Colocar quadros nas escadas é uma tendência bastante bacana, por isso o local também receberá nossas dicas de decoração. A mesma sugestão vale para passagens ou corredores, certo?

Nesse caso, a composição mencionada anteriormente é bastante indicada, podendo ser colocadas fotos de família, por exemplo, de tamanhos e formatos diferentes. Quer inovar? Acompanhe o sentido dos degraus com os quadros.

 

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Quadros para cozinha

Cozinha é sinônimo de alegria, de amor e carinho transmitido em forma de alimentos preparados para a família e os amigos. Portanto, merece ser decorada da mesma forma. O quadro ideal para cozinha é aquele que reflete a felicidade do ambiente, em cores quentes, chamativas e alegres.

Aposte em temas divertidos e diferentes, podendo ou não fazer parte do universo culinário: frutas, xícaras de café, natureza, animais, cozinheiros em ação, flores, etc. são os quadros mais utilizados em cozinhas.

 

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Quadros para banheiro ou lavabo

Quem disse que o banheiro não pode ter um quadro também? É uma excelente forma de renovar o visual, remetendo à limpeza, saúde, estilo e elegância ao mesmo tempo. Além disso, os quadros podem camuflar imperfeições nos azulejos ou marcas de tubulação.

Os quadros ideais para banheiro têm mais a ver com o tamanho do ambiente e com o gosto do cliente do que com a obra em si. Podem ser modernos, ecléticos, vintage, etc., de preferência com as cores similares ao acabamento do cômodo e com molduras planas.

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Foto copiada de Houzz

No site Limão na água, existem outras dicas para banheiro bem decorado.

Quadros para todos os cômodos

Como você pode perceber, todas as dependências da casa podem conter quadros em sua decoração. Não citamos aqui para não nos estendermos muito, mas é possível colocar quadros na área de lazer, na lavanderia, no escritório, no hall de entrada, etc., basta que você queira fazer isso.

O quadro ideal para cada cômodo é aquele que reflete a sua personalidade e que deixa o ambiente mais bonito, ao mesmo tempo em que cria harmonia com os outros itens decorativos do local. Isso é o importante.

Esse post ajudou você ? Compartilhe! Se gostou, gostaríamos de saber a sua opinião.

Como Escolher o Estilo de Pintura para a Sua Casa

Você quer escolher quadros para sua casa, mas não sabe qual o estio de pintura ideal? Abaixo daremos dicas que poderão auxiliar você nessa decisão. Confira.

Tela abstrata

As formas concretas são deixadas de lado nesse caso, representado por cores, linhas e formas que não representam objetos, figuras ou paisagens. No estilo abstrato, a pessoa que admira uma tela é convidada a encontrar um sentido na obra, sem dependência com o pensamento do artista que a pintou.

 

Tela abstrata

O estilo de pintura abstrato é um coringa na decoração da casa, pois combina com quase todos os tipos de ambiente, proporcionando sofisticação e alegria. A única atenção necessária se refere à harmonia com a mobília do local, pois deve haver equilíbrio.

Ambientes sóbrios pedem telas abstratas que tenham cores mais alegres e intensas. Se a pessoa quiser aumentar a sofisticação de um cômodo, pode dar destaque à tela se optar por cores mais escuras. Se a obra tiver desenho chamativo ou formas geométricas grandes, o ambiente ganha modernidade e estilo.

Pede-se que a escolha de quadros abstratos se dê pela afinidade com as cores, linhas e formas da tela, além de atentar-se pelo equilíbrio com os móveis presentes no cômodo.

Na loja do nosso site, o artista Marcos Icó é excelente no estilo abstrato, veja algumas de suas obras.

Tela realista

O estilo de pintura realista é aquele onde a tela se assemelha a uma paisagem real, por exemplo. A obra do realismo é como uma fotografia do lugar, com riqueza de cores e detalhes.

Nesse tipo, os apreciadores podem perceber o melhor ângulo retratado, a melhor iluminação, características do modelo e o talento do artista. Quanto mais realista for uma tela, mais bela ela é.

Ambientes tradicionais ou clássicos ficam excelentes com paisagens realistas, pois retratam exatamente paisagens ou cenários da realidade, complementando a decoração de cômodos assim. E mais: quadros realistas podem ficar, preferencialmente, no hall de entrada, pois criam um espaço mais claro e limpo. Tenha-os em formato de painel, com telas chamativas e que afirmem sua presença. O destaque fica por conta de cores fortes e desenhos exatos.

Porém, devemos frisar que o quadro deve seguir a personalidade dos moradores da casa. Adquira paisagens e cenários realistas se você apreciar esta técnica.

Tela impressionista

Impressionismo é o terceiro e último dos estilos de pintura existentes. Assim como os outros tipos citados (abstrato significa sem definição e realismo é semelhante ao real), uma tela impressionista é aquela que impressiona, que causa impressão aos apreciadores da obra.

Se você analisar um quadro de Monet, famoso pintor impressionista, poderá constatar que as cores e pinceladas dão impressão de paisagem. Um quadro assinado por ele possui esse nome: Impressão. O estilo impressionista é aquele onde as pinceladas se assemelham a manchas sem contorno. Apreciadas de longe, nossos olhos veem apenas formas e luminosidade. Essa é a grande característica de uma tela impressionista: proporcionar à obra luz e movimento. É o oposto do realismo, pois os adeptos dessa arte acreditam que a realidade pode ser expressa por uma fotografia, não havendo necessidade de uma tela fazer isso.

  

Não sei qual é o meu estilo

Se você não se encaixou facilmente em nenhum dos três estilos de pintura para a sua casa, leve alguns fatores em consideração:

1 –  A obra deve refletir a personalidade dos moradores;

2 –  Deve ter harmonia com o ambiente, sem combinar com a mobília. O local deve ficar harmonioso, mas não necessariamente uma cor presente no quadro deve estar nos móveis ou na decoração;

3 –  Verifique se a obra te agrada, se é original, o que a torna única, que mensagem ela te passa e o que ela tem a ver com você;

O estilo do quadro deve combinar com o estilo do ambiente, trazendo equilíbrio. Se a sua sala de jantar é clássica, ela pede uma tela com natureza morta. Para sala de estar se recomenda tela com paisagem, caso siga o mesmo estilo clássico. Quadros impressionistas ficam ótimos em ambientes mais modernos.

A cor da pintura também influencia o ambiente, independente se a tela for abstrata, realista ou impressionista. E você não deve se esquecer de harmonizá-la com a moldura, dando destaque à imagem e não ao seu contorno.

Se você olhar para um quadro e se sentir agradável com a tela em sua casa, isso é mais importante do que o estilo de pintura.

Como escolher molduras para quadros

Molduras com qualidade

Quadros são elementos que transformam um ambiente, decorando-o com estilo e elegância. Porém, é preciso atentar-se à escolha da moldura, detalhe que as pessoas parecem não se preocupar muito, mas que faz toda a diferença. Aprenda a escolher moldura para quadro e obtenha informações relevantes a esse quesito.

Combinação harmoniosa com a tela

A moldura deve fazer uma combinação harmoniosa com a tela, evitando conflitos de decoração. Isto é, se a pessoa não se preocupar com a escolha do conjunto, ela pode comprometer o clima da obra.

Qual é a moldura certa?

Já que esse é um aspecto tão importante, como escolher a moldura certa para um quadro? Vamos a algumas dicas:

* A moldura deve combinar com o desenho da tela. Se a obra for algo pequeno, com tema leve, deve-se preferir molduras retas e também pequenas; se o tema da tela for algo mais marcante ou complexo, a moldura deve acompanhar, então ela pode ser mais espessa e trabalhada;

* As cores também influenciam e merecem atenção. Se a tela é rica em cores quentes, como amarelo, vermelho, laranja ou marrom, recomenda-se que a cor da moldura seja semelhante, para não causar confusão visual; se os tons forem mais frios, como branco, azul ou verde, a moldura pede cor mais neutra, como prateada ou com tonalidade apresentada na tela, sem despertar mais atenção do que a obra em si;

* Se a tela retratada apresentar perspectiva, recomenda-se escolher uma moldura côncava para o quadro, que realça esse efeito. A concavidade é representada pelo meio mais elevado que as bordas. Se não houver necessidade de realce, você pode optar por molduras convexas, isto é, com o centro mais elevado. Isso tudo é feito para destacar a obra, em harmonia com seu caixilho.

 

O uso de vidros nas molduras

Se a obra precisar ser protegida por vidros, a recomendação é escolher o tipo antirreflexo, para que ela não fique semelhante a um espelho e não comprometa a imagem. Você encontra facilmente vidro desse modelo em vidraçarias, o que faz uma grande diferença na hora de visualizar os detalhes da tela.

Vidro em Quadros

Principais erros cometidos

Muitas pessoas cometem erros ao escolher moldura para quadro, inconscientemente, por falta de conhecimento de decoração. Suas intenções são boas, mas elas comprometem a harmonia do ambiente e deixam de valorizar a tela. Abaixo você pode conferir as principais falhas praticadas:

Combinação com cores do local

Como você percebeu no artigo, a cor da moldura deve harmonizar com a cor da tela, e não com a cor predominante no cômodo. Quadros não são objetos de mobília, eles decoram o ambiente e valorizam uma obra, então é errado escolhê-lo para combinar com as cadeiras, por exemplo. Apesar disso, a escolha das molduras representa unidade, como você verá adiante;

 

O peso visual da moldura está na largura

Erroneamente, muitas pessoas acreditam que a moldura pesa visualmente quando é larga. Na verdade, o peso está relacionado com a cor e não com a largura do caixilho. Então, é possível escolher uma moldura mais larga, sem comprometer a obra;

 

Moldura larga

 

Branca é a melhor cor

Na dúvida, muita gente prefere moldura branca porque acreditam não ter erro. É verdade que essa é uma cor neutra, mas nem sempre é a melhor escolha. O branco só serve quando está presente na tela, senão a moldura ganha muito destaque em relação às outras cores do quadro, o que não é adequado. Veja e compare:

 

Molduras bonitos

Moldura tira atenção para a obra

Você agora sabe que isso é uma inverdade. A moldura serve para harmonizar a tela, dando destaque a ela, e isso é possível quando é bem escolhida. Inclusive, ela pode salvar um quadro que não é bonito. Veja o erro:

 

Moldura Valeriana

Mesma moldura para todos os quadros

Agora você também pode dizer que isso não é adequado, pois cada quadro tem suas características e merece uma moldura especifica para si. A não ser que as telas sejam todas de um artista, formando um conjunto na mesma parede. Nesse caso, molduras iguais para as obras representa unidade.

Escolher moldura para quadro não é difícil, apenas requer alguns cuidados. Assim, o quadro ficará em harmonia com o ambiente, mas, em primeiro lugar, a tela deverá harmonizar com o seu caixilho, fazendo com que a obra ganhe destaque.

Melhor moldura

 

 

 

Como escolher quadros para o ambiente de sala?

Para decorar um ambiente com elegância, personalidade e estilo, quadros não podem faltar nas paredes. Mas, se você não sabe muito bem como escolher quadros para a sala, leia o artigo abaixo e aprenda a fazer composições de bom gosto.

Tipo de arte, de moldura e posição

Escolher um quadro não é uma tarefa fácil. É preciso definir o tipo de arte da tela, a moldura que a destacará e também em qual parede e de que forma a obra ficará exposta. É necessário que o conjunto faça parte da decoração do ambiente, trazendo harmonia estética.

Portanto, neste artigo você saberá como dispor quadros na sala, fazendo com que a missão citada acima seja obtida.

Leve o tema em consideração

Para escolher o tema do quadro exposto, você deve levar em conta o tema do ambiente. Ou seja, se a sala possuir muitos objetos contemporâneos, é interessante que a obra também contenha.

Se o local contiver motivos românticos, mais delicados, é bacana que o quadro também tenha, como flores pequenas, animais domésticos, etc. Aqui não combina uma tela com motivos marcantes, por exemplo.

 

Quadro para sala de estar

O local ideal

Definido o tema, é preciso escolher a parede onde essa obra será posta. Os quadros para sala clássica geralmente ficam na parede frontal ou então dois iguais, em paredes laterais, um espelhando o outro.

E mais: você não precisa colocar os quadros nas paredes, se o estilo de sua sala for mais moderno. Este visual permite que eles fiquem dispostos no chão ou apoiados em aparadores. Eles podem, inclusive, ser perdurados atrás do sofá ou na parede das escadas.

 

As cores da tela

Conforme já citamos em outro artigo, não se deve combinar a moldura com as cores da decoração do ambiente. Porém, é interessante que a tela esteja em harmonia com a sala, especialmente na coloração.

Por exemplo: se as cores quentes predominarem na decoração, é ideal que elas também dominem a tela. O mesmo acontece com as cores neutras ou frias. A cor da moldura também vai nessa orientação, sendo que elas podem ser mais trabalhadas quando a obra for mais clássica, e mais reta e simples se a tela for moderna.

 

O tamanho do quadro

Já citamos várias vezes que os quadros para sala devem manter a harmonia do ambiente e isso também é influenciado pelo tamanho da tela. Se o cômodo for pequeno, como um apartamento compacto, o quadro deve ser menor também, para não gerar poluição visual.

Contudo, se a sala for grande e bem arejada, fica excelente uma obra na parede central, mantendo sua proporção em equilíbrio.

 

Quantos quadros colocar?

A quantidade de telas em uma sala também vai depender do seu estilo. Se ela for mais atual ou vintage, é interessante colocar vários modelos, de tamanhos diferentes, bem como de motivos. Isso dá aparência de museu artístico e traz personalidade e modernidade ao ambiente. Faça isso se você não tiver medo de ousar.

 

Como escolher quadros dípticos

Se você ainda não conhece a última palavra mencionada acima, significa em dupla, com o mesmo formato e linguagem. A ideia te interessou e você pretende escolher quadros dípticos para a sala?

Eles são recomendados para preencher a decoração, mas devem ser dispostos em um eixo central, com uma boa distancia entre os dois, sempre respeitando a proporção com a parede.

 

 

Como escolher quadros polípticos

Se você gostou muito da sugestão acima e não tem medo de ousar, sempre optando por personalidade e estilo na decoração de seus ambientes, a dica da vez são quadros polípticos.

Eles são semelhantes aos quadros dípticos pela disposição no ambiente, mas não necessariamente precisam ser iguais. Explicando melhor, um complementa o outro, formando uma espécie de unidade na parede, como um quebra-cabeça já montado.

Mas não é simplesmente sair colocando quadros semelhantes nas paredes. O ideal é dispô-los no chão para ver como ficam e, se ficar bem, aí sim pendurá-los. É preciso harmonizar as cores e tamanhos, sempre pensando no equilíbrio.

 

Harmonia é essencial

Escolher quadros para a sala não é uma tarefa muito difícil, mas requer atenção na definição de cores, molduras, disposição, localização e quantidade. Isso deve ser feito prezando a harmonia do ambiente, sem que a obra se destaque demais.

 

 

A Representação Da Arte E Como É Compreendida por Cada Um

A Representação Da Arte E Como É Compreendida por Cada Um

A representação das emoções humanas é chamada de arte, que pode ser observada em sua cultura ,história e alguns valores estéticos como: a harmonia, a beleza e o equilíbrio. A arte surgiu há milhares de anos, e desde então vem evoluindo e ocupando um grande e importante espaço na sociedade, uma vez que algumas formas de representação de arte se tornaram indispensáveis em nossas vidas. Um exemplo disso é a música, que além de nos deixar felizes, é praticamente impossível se imaginar em um mundo sem a música; um exemplo disso são os filmes que não passariam a mesma emoção sem a sua trilha sonora.

Porém, algumas pessoas não conseguem entender o valor da arte e não demonstram nenhum interesse a movimentos ligados a ela, mas o que essas pessoas não imaginam, é que a arte não está restrita às esculturas e pinturas, como pensam. Para compreender a arte, é preciso olhar ao redor e perceber que ela está em todo lugar, representada das mais diversas formas, desde o filme que você assiste, a apresentação de dança ou de teatro de um filho na escola, no livro que lê e na música que é ouvida, esses são alguns dos exemplos mais populares.

Nos dias atuais, podemos dividir, de maneira bem grosseira, a arte em três períodos: o clássico, o moderno e contemporâneo. A opção pelo que mais te agrada vai depender muito de você, lembrando que todos são lindos e legítimos na suas propostas. Qualquer pessoa pode se informar sobre elas e apreciar aquela que mais se encaixa com sua percepção de arte, e por que não, com as três?

A Importância Da Compreensão Da Arte

O filosofo, Thomas Morris, declarou que “Deve-se compreender a arte, para que se construa uma sociedade ideal”. Fazendo uma analogia ao seu pensamento, observamos que ele desenha através de sua utopia um modelo de sociedade justa e equilibrada. Na busca por esses valores devemos compreender a arte,não apenas como contemplação estética, que deixou de ser suficiente, mas como um mecanismo para alcançar valores nos seres humanos.

Além da busca por valores intangíveis a arte está, cada dia que passa,mais ligada aos serviços de causas sociais. Por esse motivo, podemos dizer que, hoje, as pessoas não apenas recebem a arte como também dialogam sobre ela, e com ela, e passam a discutir sobre os temas como existência e essência.

A arte, nos dias atuais, passou por algumas mudanças na sua compreensão. Os românticos, por exemplo, acreditavam que o valor supremo da arte era o belo e isso foi defendido grandemente por artistas maravilhosos como Leonardo da Vinci e Michelangelo. Entretanto, cada vez mais, a arte tem ganhado novos papéis na sociedade se tornando, inclusive, uma expressão de busca por melhorias sociais e políticas.

Entender e compreender a arte é saber que ela precisa ser vista na perspectiva de contágio, como citado na tese de Tolstói, que defende que a arte deve contagiar determinados sentimentos do leitor, ouvinte ou espectador. Passando através desses sentimentos, uma conotação moral positiva.

A arte precisa ser compreendida de todas as formas e perspectivas possíveis, para que mais do que aprender a falar a língua do criador, o receptor aprenda como dialogar e inserir suas interpretações. Dessa forma, contribuir para um debate marcado pela pluralidade de pensamentos.

Em suma, podemos afirmar que a arte é uma verdadeira aliada do ser humano, tornando a vida mais alegre e interessante. Um mundo sem arte seria um mundo sem graça e triste, sem cor, sem plateias, risos, espetáculos, sem música.

Precisamos entender e compreender que sem a arte, nossos dias perderiam o brilho, pois a vida não se resume em apenas trabalhar, precisamos ver a beleza que ela nos oferece, e sem a arte estaríamos fadados ao tédio. Nossos olhos perderiam o brilho sem as belezas que ela nos oferece, nossos ouvidos perderiam as emoções que as músicas nos trazem, envelheceríamos mais rápido se não tivemos o prazer da gargalhada quando assistirmos um espetáculo.

A arte existe para que possamos gozar do melhor que o ser humano pode oferecer e para termos prazer na arte de viver.